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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Homem (pirata) invade hospital em São Gonçalo e agride enfermeira.

Pirata agride a inferneira do hospital de São Gonçalo do Amarante e se deu mal, segundo policias ele invadiu o hospital e agrediu a inferneira e atingiu com um chute a enfermeira zenobia, ele tava tão atordoado que não soube nem explicar..




domingo, 5 de agosto de 2012

aconteceu ontem 04/08/2012 Lançamentos oficial da candidatura de Rafael Gadelha no espaço do restaurante e pousada.


    No sábado dia 04/08/2012 o amigão de todos lançou oficialmente sua candidatura no espaço dom restaurante e pousada, com a presença do prefeito Jaime Calado, Poti Neto, Paulo Tarcisio entre outros convidados, o amigão de todos demonstrou sua alegria em ver os eleitores presentes de varias comunidades, de fora quem passou ouviu os gritos do povo “ 33555!! Prefeito 22!! Realmente a população esta do lado de Rafael Gadelha e de seu prefeito Jaime calado. Com o povo a favor dele dia 7 de outubro todos já sabem que Rafael vai ser reeleito vereador do nosso município. 

Veja as imagens abaixo: (clique e amplie..)


 

 

 

 

 


sábado, 4 de agosto de 2012

Estudantes mobilizados contra a dengue no Golandim


 

 


A manhã desta sexta-feira (3) foi marcada por uma mobilização de combate à dengue organizada pela Prefeitura de São Gonçalo e que contou com a participação dos estudantes da rede pública de ensino da comunidade Golandim. Com faixas e cartazes eles saíram às ruas entregando panfletos educativos.

Paralelo ao evento os agentes de endemias da Secretaria de Saúde realizaram o trabalho de vistoria nas residências orientando os moradores e buscando eliminar os focos do mosquito Aedes Aegypti.

Os servidores da Secretaria de Serviços Urbanos atuaram na limpeza e capinação de canteiros, terrenos baldios, retirada de entulhos e material de poda e coleta do lixo, pintura de meio fio, bem como também de reparos na iluminação pública.





sexta-feira, 3 de agosto de 2012

LL Promoções e eventos traz mais um grande evento.

A cidade sambura vai tremer com mais um evento de grande porte com as bandas play boy de lucho, forasteiros do forró, gol do frango e participação de Euler viana, e mais 5 mil mulheres convidadas.


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PMN convida você e sua família para o lançamento oficial da candidatura de Raphael Gadelha.

O PMN convida você e sua família  para o lançamento oficial do candidato a vereador Rafael gadelha que acontecera no espaço Dom restaurante e pousada( em frente a Escola dom Joaquim de Almeida ) horário: às 19:00h

São Gonçalo do Amarante , R. Ver. Aildo Mendes nº100.

Veja como chegar :

Clique e amplie a imagem 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Política nos tempos de hoje e historia da corrupção.




Breve História da Corrupção no Brasil                                                               
   Os primeiros registros de práticas de ilegalidade no Brasil, que temos registro, datam do século XVI no período da colonização portuguesa. O caso mais freqüente era de funcionários públicos, encarregados de fiscalizar o contrabando e outras transgressões contra a coroa portuguesa e ao invés de cumprirem suas funções, acabavam praticando o comércio ilegal de produtos brasileiros como pau-brasil, especiarias, tabaco, ouro e diamante. Cabe ressaltar que tais produtos somente poderiam ser comercializados com autorização especial do rei, mas acabavam nas mãos dos contrabandistas. Portugal por sua vez se furtava em resolver os assuntos ligados ao contrabando e a propina, pois estava mais interessado em manter os rendimentos significativos da camada aristocrática do que alimentar um sistema de empreendimentos produtivos através do controle dessas práticas. Um segundo momento refere-se a extensa utilização da mão-de-obra escrava, na agricultura brasileira, na produção do açúcar. De 1580 até 1850 a escravidão foi considerada necessária e, mesmo com a proibição do tráfico, o governo brasileiro mantinha-se tolerante e conivente com os traficantes que burlavam a lei. 
   Políticos, como o Marquês de Olinda e o então Ministro da Justiça Paulino José de Souza, estimulavam o tráfico ao comprarem escravos recém-chegados da África, usando-os em suas propriedades. Apesar das denúncias de autoridades internacionais ao governo brasileiro, de 1850 até a abolição da escravatura em 1888, pouco foi feito para coibir o tráfico. Isso advinha em parte pelos lucros, do suborno e da propina, que o tráfico negreiro gerava a todos os participantes, de tal forma que era preferível ao governo brasileiro ausentar-se de um controle eficaz. Uma fiscalização mais rigorosa foi gradualmente adotada com o compromisso de reconhecimento da independência do Brasil. Um dos países interessados em acabar com o tráfico escravo era a Inglaterra, movida pela preocupação com a concorrência brasileira às suas colônias açucareiras nas Antilhas.Com a proclamação da independência em 1822 e a instauração do Brasil República, outras formas de corrupção, como a eleitoral e a de concessão de obras públicas, surgem no cenário nacional. 
    A última estava ligada à obtenção de contratos junto ao governo para execução de obras públicas ou de concessões. O Visconde de Mauá, por exemplo, recebeu licença para a exploração de cabo submarino e a transferiu a uma companhia inglesa da qual se tornou diretor. Prática semelhante foi realizada por outro empresário brasileiro na concessão para a iluminação a gás da cidade do Rio de Janeiro, também transferida para uma companhia inglesa em troca de 120 mil libras. O fim do tráfico negreiro deslocou, na República, o interesse dos grupos oligárquicos para projetos de grande porte que permitiriam manter a estrutura de ganho fácil.
A corrupção eleitoral é um capítulo singular na história brasileira. Deve-se considerar que a participação na política representa uma forma de enriquecimento fácil e rápido, muitas vezes de não realização dos compromissos feitos durante as campanhas eleitorais, de influência e sujeição aos grupos econômicos dominantes no país (salvo raras exceções). No Brasil Império, 1822-1889, o alistamento de eleitores era feito a partir de critérios diversificados, pois somente quem possuísse uma determinada renda mínima poderia participar do processo. A aceitação dos futuros eleitores dava-se a partir de uma listagem elaborada e examinada por uma comissão que também julgava os casos declarados suspeitos. Enfim, havia liberdade para se considerar eleitor quem fosse de interesse da própria comissão. A partir disso ocorria o processo eleitoral, sendo que os agentes eleitorais deveriam apenas verificar a identidade dos cidadãos que constava na lista previamente formulada e aceita pela comissão.
Com a República, proclamada em 1889, o voto de “cabresto” foi a marca registrada no período. O proprietário de latifúndio apelidado de “coronel” impunha coercitivamente o voto desejado aos seus empregados, agregados e dependentes. Outra forma constante de eleger o candidato era o voto comprado, ou seja, uma transação comercial onde o eleitor “vendia” o voto ao empregador. A forma mais pitoresca relatada no período foi o voto pelo par de sapatos. No dia da eleição o votante ganhava um pé do sapato e somente após a apuração das urnas o coronel entregava o outro pé. Caso o candidato não ganhasse o eleitor ficaria sem o produto completo. Deve-se considerar que a maior parte das cidades não possuía número de empregos suficiente que pudessem atender a oferta de trabalhadores, portanto a sobrevivência econômica do eleitor/empregado estava atrelada a sujeição das vontades do coronel.
Outro registro peculiar desse período é o “sistema de degolas” orquestrado por governadores que manipulavam as eleições para deputado federal a fim de garantir o apoio ao presidente, no caso Campos Sales (presidente do Brasil de 1898 a 1902). Os deputados eleitos contra a vontade do governo eram simplesmente excluídos das listas ou “degolados” pelas comissões responsáveis pelo reconhecimento das atas de apuração eleitoral. Todos os governos, até 1930, praticavam degolas.
Uma outra prática eleitoral inusitada ocorreu em 1929, durante as disputas eleitorais à presidência entre os candidatos Júlio Prestes (representante das oligarquias cafeicultoras paulistas) e Getúlio Vargas (agregava os grupos insatisfeitos com o domínio das oligarquias tradicionais). O primeiro venceu obtendo 1 milhão e 100 mil votos e o segundo 737 mil. Entretanto os interesses do grupo que apoiava Getúlio Vargas, acrescido da crise da Bolsa de Nova York, que levou à falência vários fazendeiros, resultou numa reviravolta do pleito eleitoral. Sob acusações de fraude eleitoral, por parte da aliança liberal que apoiava o candidato derrotado, e da mobilização popular (Revolução de 30), Getúlio Vargas tomou posse como presidente do país em 1930. Talvez essa tenha sido uma das mais expressivas violações dos princípios democráticos no país onde a fraude eleitoral serviu para a tomada de poder.
Durante as campanhas eleitorais de 1950, um caso tornou-se famoso e até hoje faz parte do anedotário da política nacional: a “caixinha do Adhemar”. Adhemar de Barros, político paulista, era conhecido como “um fazedor de obras”, seu lema era “Rouba, mas faz!”. A caixinha era uma forma de arrecadação de dinheiro e de troca de favores. A transação era feita entre os bicheiros, fornecedores, empresários e empreiteiros que desejavam algum benefício do político. Essa prática permitiu tanto o enriquecimento pessoal, para se ter uma idéia, em casa, Adhemar de Barros costumava guardar para gastos pessoais 2,4 milhões de dólares, quanto uma nova forma de angariar recursos para as suas campanhas políticas.
O período militar, iniciado com o golpe em 1964, teve no caso Capemi e Coroa- Brastel uma amostra do que ocultamente ocorria nas empresas estatais. Durante a década de 80 havia um grupo privado chamado Capemi (Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios), fundado e dirigido por militares, que era responsável pela previdência privada. O grupo era sem fins lucrativos e tinha como missão, gerar recursos para manutenção do Programa de Ação Social, que englobava a previdência e a assistência entre os participantes de seus planos de benefícios e a filantropia no amparo à infância e à velhice desvalida. Este grupo, presidido pelo general Ademar Aragão, resolveu diversificar as operações para ampliar o suporte financeiro da empresa. Uma das inovações foi a participação em um consórcio de empresas na concorrência para o desmatamento da área submersa da usina hidroelétrica de Tucuruí (empresa estatal). Vencida a licitação pública em 1980 deveria-se, ao longo de 3 anos, concluir a obra de retirada e de comercialização da madeira. O contrato não foi cumprido e o dinheiro dos pensionistas da Capemi dizia-se que fora desviado para a caixinha do ministro-chefe do Sistema Nacional de Informações (SNI), órgão responsável pela segurança nacional, general Otávio Medeiros que desejava candidatar-se à presidência do país. A resultante foi a falência do grupo Capemi, que necessitava de 100 milhões de dólares para saldar suas dívidas, e o prejuízo aos pensionistas que mensalmente eram descontados na folha de pagamento para a sua, futura e longínqua, aposentadoria. Além do comprometimento de altos escalões do governo militar o caso revelou: a estreita parceria entre os grupos privados interessados em desfrutar da administração pública, o tráfico de influência, e a ausência de ordenamento jurídico.
Em 1980 o proprietário da Coroa-Brastel, Assis Paim, foi induzido pelos ministros da economia Delfim Netto, da fazenda Ernane Galvêas e pelo presidente do Banco Central, Carlos Langoni, a conceder à Corretora de Valores Laureano um empréstimo de 180 milhões de cruzeiros. Cabe ressaltar que a Coroa-Brastel era um dos maiores conglomerados privados do país, com atuações na área financeira e comercial, e que o proprietário da Corretora de Valores Laureano era amigo pessoal do filho do chefe do SNI Golbery do Couto e Silva.
Interessado em agradar o governo militar, Paim concedeu o empréstimo, mas após um ano o pagamento não havia sido realizado. Estando a dívida acumulada em 300 milhões de cruzeiros e com o envolvimento de ministros e do presidente do Banco Central, a solução encontrada foi a compra, por Paim, da Corretora de Valores Laureano com o apoio do governo. Obviamente a corretora não conseguiu saldar suas dívidas, apesar da ajuda de um banco estatal, e muito menos resguardar o prestígio dos envolvidos.
A redemocratização brasileira na década de 80 teve seu espaço garantido com o fim do governo militar (1964-1985). Em 1985 o retorno dos civis à presidência foi possível com a campanha pelas Diretas-Já, que em 1984 mobilizou milhares de cidadãos em todas as capitais brasileiras pelo direito ao voto para presidente. Neste novo ciclo político o Impeachment do presidente Collor constitui um marco divisor nos escândalos de corrupção.
Durante as eleições para presidente em 1989 foi elaborado um esquema para captação de recursos à eleição de Fernando Collor. Posteriormente, foi revelado que os gastos foram financiados pelos usineiros de Alagoas em troca de decretos governamentais que os beneficiariam. Em abril de 1989, após aparecer seguidamente em três programas eleitorais, Collor já era um nome nacional. Depois que Collor começou a subir nas pesquisas, foi estruturado um grande esquema de captação de dinheiro com base em chantagens e compromissos que lotearam previamente a administração federal e seus recursos. Esse esquema ficou conhecido como “Esquema PC”, sigla baseada no nome do tesoureiro da campanha, Paulo César Farias, e resultou no impeachment do presidente eleito. Segundo cálculos da Polícia Federal estima-se que este esquema movimentou de 600 milhões a 1 bilhão de dólares, no período de 1989 (campanha presidencial) a 1992 (impeachment).
Nossa breve história da corrupção pode induzir à compreensão que as práticas ilícitas reaparecem como em um ciclo, dando-nos a impressão que o problema é cultural quando na verdade é a falta de controle, de prestação de contas, de punição e de cumprimento das leis. É isso que nos têm reconduzido a erros semelhantes. A tolerância a pequenas violações que vão desde a taxa de urgência paga a funcionários públicos para conseguir agilidade na tramitação dos processos dentro de órgão público, até aquele motorista que paga a um funcionário de uma companhia de trânsito para não ser multado, não podem e não devem mais ser toleradas. Precisamos decidir se desejamos um país que compartilhe de uma regra comum a todos os cidadãos ou se essa se aplicará apenas a alguns. Nosso dilema em relação ao que desejamos no controle da corrupção é esquizofrênico e espero que não demoremos muito no divã do analista para decidirmos.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Artistas de São Gonçalo do Amarante sofrem com o descaso e falta de diálogo da atual gestão de cultura de São Gonçalo do Amarante.


O 3° Fórum Municipal de Cultura Com o tema: Construindo Uma Política Pública de Cultura, aconteceu No dia 13 de abril de 2012 no Teatro Municipal Poti Cavalcanti (Rua Alexandre Cavalcanti), das 8h às 17h, o 3° Fórum Municipal de Cultura foi Aberto à sociedade, promovido e coordenado pelo Grupo PeduBreu e a República das Artes.

 Na sua terceira edição, o Fórum Municipal teve como intuito avaliar as diretrizes traçadas no 1° e 2° Fórum (2005 e 2010) como também na primeiraConferência Municipal de Cultura em 2009. Dentro das propostas e metas para o desenvolvimento Político Cultural em São Gonçalo, foi solicitado àFundação Cultural D. Militana os documentos da 1° Conferência Municipal como também a assinatura do Acordo de Cooperação Federativa do Sistema Nacional de Cultura – SNC. Assumindo assim o compromisso de criar e implantar, pelo menos cinco dos componentes básicos: Secretaria de Cultura ou órgão equivalente, Conselho Municipal de Política Cultural, Conferência Municipal de Cultura, Plano Municipal de Cultura e Sistema Municipal de Financiamento da Cultura (tendo o Fundo Municipal de Cultura como seu principal mecanismo). Estes instrumentos fortaleceram institucionalmente as políticas culturais da União, Estados e Municípios tendo em sua estrutura básica a participação da sociedade civil articulada na garantia de direitos culturais, conforme estabelece a Constituição Brasileira de 1988.

 A programação do evento incluiu palestras e debates que foram conduzidos por autoridades no âmbito da cultura local.

 Durante o Fórum foram realizadas apresentações culturais, por artistas do município, e houve ainda um espaço para exposições fotográficas das expressões culturais do RN.

 Ao final do evento foi proposto pelos artistas, ativistas, técnicos, atores e demais gestores do cenário cultural a permanência do Fórum Permanente de Cultura para acontecer uma vez por mês no Teatro Municipal Poti Cavalcanti, O principal objetivo do Fórum é subsidiar as discussões e princípios para a elaboração, consolidação e fortalecimento do Plano Municipal, Conselho Municipal de Política Cultural e Fundo Municipal de Incentivo a Cultura. As sugestões apresentadas seriam sistematizadas para compor o documento final onde seriam pautados pelos princípios norteadores do Plano Nacional de Cultura, conforme a lei de n° 12. 343 dezembro 2010.
  
 Porém em nada do que foi realizado de forma transparente e democrática pelos artistas valeu para a gestão municipal de cultura, agiram assim contra os princípios de todos que fazem a cultura São-gonçalense. Pois o secretário da Fundação de Cultura, Alexandre Santos, acompanhado de Ivanir Machado, estiveram na Câmara Municipal, ao apagar das luzes da última sessão do dia11 de julho de 2012, numa quarta-feira, para colocar em votação um Projeto de Lei Cultural que até então não foi apreciado nem discutido com os artistas e comunidade em geral.

 No entanto a classe artística deste Município rico em cultura popular e considerado o “Berço do Folclore” se sente prejudica e traída, e torna público o referido documento como um desabafo e desatento sobre a forma de se fazer e gerir POLÍTICA PÚBLICA.

Coordenação Executiva do 3° Fórum Municipal de Cultura


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pastoril Dona Joaquina representa o RN no Festival Nacional do Folclore



 

    O Pastoril Dona Joaquina, de São Gonçalo do Amarante, está fazendo bonito na cidade de Olímpia, em São Paulo, durante a participação no 48º Festival Nacional do Folclore. O grupo, que no ano passado foi destaque nas peças publicitárias do evento, em função da homenagem ao Rio Grande do Norte, está sendo uma atração a parte.

O pastoril é o único representante do RN que está participando do festival e conta com o apoio da Prefeitura de São Gonçalo, por meio da Fundação Cultura Dona Militana. O Pastoril Dona Joaquina é composto por jovens de 13 a 23 anos, netas e bisnetas das integrantes do tradicional Pastoril Estrela do Norte, também de São Gonçalo do Amarante, e jovens músicos que formam a orquestra do grupo.

A direção do grupo é da pesquisadora Séphora Bezerra, uma filha de São Gonçalo, apaixonada pelo folclore e cultura popular que luta para manter a beleza do pastoril sempre em atividade. “É com orgulho que estamos mais uma vez mostrando a arte do nosso município e do nosso Estado aqui em São Paulo, bem como já estivemos em outras partes do País”, disse Séphora.
 
O 48º Festival Nacional do Folclore acontece até o próximo dia 29 com apresentações de mais de 100 grupos de todas as partes do Brasil.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Jardim Lola recebe mutirão mais em alguns locais o problema continua..




Para a alegria dos moradores Jardim Lola recebe mutirão de serviços e combate à Dengue

O bairro de Jardim Lola recebeu na manhã desta sexta-feira (20), o mutirão de serviços e combate à Dengue, organizado pela Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. Dezenas estudantes das Escolas Municipais Maria da Cruz e Primeiro de Maio fizeram parte da mobilização e saíram às ruas com faixas, cartazes e distribuindo panfletos educativos.

A caminhada ainda contou com a participação da Banda Municipal de São Gonçalo e a Banda Macial Liz de Ouro e teve o objetivo de alertar a população sobre os riscos da dengue e como evitar os focos do mosquito Aedes Aegypti. Secretários municipais e servidores públicos também caminharam.

Paralelo ao movimento “São Gonçalo Unida Contra a Dengue”, os agentes de endemias visitaram as residências fazendo a identificação e debelando os focos do mosquito transmissor. Os garis trabalharam na capinação, limpeza de terrenos baldios, retirada de entulhos e material de poda de árvores.

O evento coincidiu com o dia da coleta do lixo domiciliar, que em Jardim Lola, acontece todas segundas, quartas e sextas-feiras. A ação agradou os moradores preocupados com os casos de Dengue. “Esse trabalho é importante por que mostra as pessoas como evitar a dengue, uma doença que pode matar”, disse dona Maria do Carmo.

Em alguns locais o problema continua assim...



Envie também para nosso jornal eletrônico sua sugestão, os problemas da sua comunidade para que ele se resolva o quanto antes..



Agora você pode nos enviar matérias basta preencher o formulário abaixo e colocar sua matéria em mensagem e escolher um arquivo do seu computador para ser postado em nosso site. Não se preocupe se você não quiser seu nome não sera divulgado, basta informar no corpo da mensagem. Obrigado pela atenção e por fazer parte dessa família.

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quinta-feira, 19 de julho de 2012

'Política é piada', diz tucana que 'exorciza' esquerdista em vídeo'



"A Dani adora beber uma cervejinha com os amigos, gosta de assistir filmes, seriados, (...) adora se relacionar com pessoas de tudo que é tipo, adora tirar sarro de corinthianos e petistas, torce para o São Paulo male e porcamente e adora falar besteiras, o que não significa que ela não leve assuntos importantes com seriedade.". É com essa definição em seu site oficial que a empresária Daniela Schwery, 31, candidata do PSDB a vereadora em São Paulo, se apresenta ao eleitor paulistano. Dani ficou famosa com um vídeo na web em que aparece "exorcizando" um jovem de vermelho - o que poderia representar um petista -, que logo em seguida aparece bem e vestido de azul, cor dos tucanos. Extrovertida ao extremo, a candidata brinca: "política, do jeito que está, é uma piada".NATALIA JULIO

Além da fama, o vídeo na web (quase 29 mil exibições em uma semana no Youtube, além de 3 mil seguidores no Twitter) trouxe também algumas ofensas. Em entrevista ao Terra, Dani disse estar "pouco se lixando" com a polêmica; está até satisfeita com a repercussão, e afirmou que o vídeo - inspirado no humorístico Hermes e Renato - é "tosco" para impactar. Ela reforça as críticas ao partido de Dilma e Lula. "O PT faz uma ode à pobreza, e eu não gosto disso. Aí vão falar que eu sou burguesa. Mas não tenho que comprar a ideia que a pobreza é legal. É uma m... É como o corintiano que se chama de maloqueiro. Me revolto com isso", afirmou.
Esta é a primeira vez que a empresária se candidata. Antes, era filiada ao PV, aliado do PSDB - que hoje chama de "porcaria" e "desestruturado". Apesar de "vestir a camisa tucana", ela diz não aprovar em 100% as administrações do partido. "Na linha de exclusão, o PSDB é o que sobra", opinou.
A polêmica não fica só no Youtube. Em seu perfil no Facebook, Dani defende um "paredão para os políticos". "Eu brincava que queria queimar essa corja e começar do zero! Mas é uma brincadeira".
Dani já havia chamado atenção no começo do mês ao denunciar o próprio PSDB por cobrar uma tarifa de R$ 2,5 mil dos 38 candidatos à Câmara Municipal da capital paulista, e disse ter feito o pagamento por se sentir ameaçada. Na ocasião, disse que o ocorrido mostrava que "parte da diretoria está podre", mas reforçou que gosta do partido. O PSDB respondeu que a cobrança é legítima e não obrigatória, e que mesmo quem não contribuir pode se candidatar.
Entre seus projetos, está "mudar o foco" dos fiscais da CET na hora de pico, para que não fiquem apenas aplicando multas, e que a sociedade "faça as pazes" com a polícia. "As leis existem e tem que ser cumpridas", disse. Por fim, gargalha e faz uma análise sobre seu desempenho nas eleições: "acho que eu vou precisar de sorte. Ou um milagre!".
Confira abaixo a entrevista na íntegra:
Terra - Como surgiu a ideia de fazer o video? Ele está famoso na internet... 
Dani Schwery - Está bombando mesmo! A minha campanha está se fazendo com o esforço de amigos, só vou ter o gasto de R$ 450 para rodar cartões de contato. A gente quer fazer uma campanha baseada em internet. Eu não sou conhecida, não sou ninguém, tenho 31 anos. Não sou jovem, mas não é legal ter discurso de velho, vai. Então tive que achar uma identidade aí no meio do caminho, e sempre falei que não ia me descaracterizar, ficar fazendo promessa, enfim. Vou lutar pelas propostas, mas sou sincera. Eu bebo, gosto de uma cervejinha. Falaram que eu queria fazer uma apologia ao nazismo, que eu era ariana, acredita? Eu pensei que tínhamos que impactar, teria que ser através da polêmica. Sentamos com amigos e buscamos referência em Hermes e Renato, Monty Python. E tinha que ser tosco para impactar. Mas eu vi que foi mais além, teve gente que ficou chocado. O pessoal entra pra me xingar, pensam que isso é o pensamento esdrúxulo de tucano. Não ataco o pessoal do PT. Quisemos deixar como uma mensagem sublimar.
Terra - Mas vermelho é a cor do PT, não é? (O jovem exorcizado aparece vestindo vermelho antes e azul depois)
Dani - A guerra é fato, tem uma coisa de vermelho contra azul. Mas eu quis deixar subliminar. Eu não gosto dessa linha do PT, essa bolha de consciência social, praga do politicamente correto. Mas não tem nada contra o petista. Tivemos esse cuidado. O PT faz um ode à pobreza, e eu não gosto disso. Aí vão falar que eu sou burguesa. Mas não tenho que comprar a ideia que a pobreza é legal. É uma m... Não o pobre, mas a pobreza. É como o corintiano que se chama de maloqueiro. Me revolto com isso.
Terra - No ranking do Youtube, seu vídeo não é muito popular ou querido. Qual sua opinião sobre isso? 
Dani - Estou me lixando. Cagando e andando (risos). Encaro como um efeito positivo, mostra que chacoalhou. Se doeu é porque tem coisa.
Terra - Você diz odiar petistas e corintianos. Qual o motivo?
Dani - Com o corintiano não é ódio, não. É que eu adoro piadinha de futebol. Mas as pessoas às vezes são muito nervosas, ainda mais em redes sociais. É um bunda mole que só sabe levantar a voz na internet. Para mim é um time que eu gosto de tirar sarro. Eles são um prato cheio. Eu sou são-paulina. E do PSDB, ainda! Me chamam de burguesa, de direita. Os corintianos dão motivo para piada, ficam nervosos. E nesse ponto eles se assemelham aos petistas.
Terra - À Justiça eleitoral, você declarou que pode gastar até R$ 5 milhões na campanha...
Dani - Imagina. Não vou gastar nada. É só R$ 450 para os cartões. Meu amigo que tem gráfica ainda fez a preço de custo. Meus amigos me ajudam.
Quem são seus padrinhos políticos?
Dani - Não tenho padrinho político. Sou uma pessoa que me filiei, eu já vinha há três anos no PSDB. Quando eu fui para o PV, eu já gostava do PSDB. Mas o partido é desorganizado, desunido. Cobra taxa para se filiar. Partido grande é, de fato, mais estruturado. Mas não sei se dá para falar de um partido melhor aqui no Brasil, tem só menos pior. Mas o PT é o pior para mim. E não gosto do PMDB também. Na linha de exclusão, o PSDB é o que sobra.
Terra - Você chama o PV de "porcaria" em seu site. Por quê?
Dani - Eu acho uma porcaria. Eu já votei na Marina Silva. O partido tem umas propostas bacanas, mas é fraquinho, vai? Podia ter mais prestígio, crescer. Não é por ser pequeno, o ponto é que parece que ele é pequeno porque quer. Ele tinha condição de ser maior, mas é desestruturado. Desorganizado. Mas meu negócio é com o PT mesmo.
Terra - Você disse gostar de usar piadas. Política e piada dá certo?
Dani - Não quero nem saber. Sinceramente. Me falaram que era bom dar uma limpada no meu Facebook, mas não dou. Não vou me alterar para vender um produto. A firmeza e o caráter da fibra de uma pessoa não tem que ser medido por isso. Deixei meu Facebook como sempre foi. Mas se a mistura dá certo, bom, tem gente que acha que não, que política é imaculado. Eu acho o contrário. Política, do jeito que está, é uma piada.
Terra - No site você cita a discussão sobre a ditadura militar no Brasil e defende uma proposta de "fazer as pazes". Como é isso?
Dani - Eu acho que é um efeito colateral dessa linha do PT. Quando se fala em segurança, lá vem a porcaria do oposição, no caso o PT, e falam que é ditadura. Se colocam policial na USP, é ditadura. Tudo é ditadura, pô? Eu brinco: 'B.O é o papel higiênico mais caro que o Estado fornece', que não serve para nada. Acho que a sociedade tem que fazer as pazes, acreditar no que é dela. Eu conheci policiais, um pai de uma amiga minha é coronel, e acho que a imagem deles é negativa. Tem que fazer um resgate de consciência.
Terra - Na internet, você defende um "paredão para os políticos"... 
Dani - Têm coisas que era eu assim antes, brincava que queria queimar essa corja e começar do zero! (risos). Não mudei. Acho que continuo querendo sim, viu? Mas seja como for, é uma brincadeira. Não que queira realmente matar. Só não gosto da impunidade. As leis existem e elas precisam ser cumpridas.
Terra - Uma de suas propostas é tirar os amarelinhos do horário de pico. Você não acha que isso pode piorar a situação do trânsito e acabar facilitando possíveis infrações?
Dani - Não é tirar, mas mudar o foco. Acho absurdo que o amarelinho está sempre pensando em multar, por conta da comissão. Aí tem aquele p... horário de pico, tudo congestionado, e fecham com cones. É a coisa do politicamente correto. Acho que o foco não tem que ser multar. Não fizeram aquela b... daquela vistoria, que tem que ter selinho no carro (sobre a inspeção do controlar?)
Terra - Algumas medidas que você critica foram tomadas pelo próprio PSDB ou aliados...
Dani - Eu acho aquela lei do fumo em ambientes fechados uma porcaria. Por mim não existiria. Mas vejo que a maioria gostou, que foi pertinente. Eu fumo muito esporadicamente, mas tem um restaurante que vendia charutos, e as pessoas iam lá para isso. E tinha restaurante com ala de fumante e ala de não-fumante. Então achei uma coisa exagerada. Mas é minha opinião pessoal. E um político não pode se deixar levar só pelo lado pessoal.
Terra - Qual sua opinião sobre a união Serra-Kassab?
Dani - Acho complicado. Fui contra a coligação. Mesmo assim, acho menos pior que o Maluf com o PT. Acho que o Serra é o mais preparado, mas o Kassab é meio duro de engolir. Não sou muito fã. Ele faz o certo mas de uma forma errada. Não dá para tirar o morador de rua, só. Tem que apontar para onde ele vai. Mas tenho críticas contra o Serra, o Kassab. Mas mesmo assim acho que ele é o melhor. O pessoal teme que ele vá abandonar o cargo, mas eu espero que não. Estou na crença que ele vai fazer direitinho.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Professores em greve analisam proposta do governo

RIO DE JANEIRO - Mesmo com a nova proposta sobre o plano de carreira, o sindicato avalia que a paralisação deve continuar...

Agência Brasil


greve professores
Professores em greve analisam proposta do governo
RIO DE JANEIRO – A partir desta segunda-feira (16) até a próxima sábado (21), os professores em greve das universidades federais vão se reunir em assembleia para analisar o novo plano de carreira proposto pelo governo na última semana. A avaliação do comando de greve, entretanto, é que a proposta do governo não atende às demandas da categoria  e a orientação é que a paralisação seja mantida e “intensificada”.
Para a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes), a proposta apresentada em vez de reestruturar a carreira piorou essa organização. De acordo com o vice-presidente do sindicato, Luiz Henrique Schuch, cálculos feitos pela entidade apontam que no caso de algumas classes o reajuste apresentado pelo governo não representará ganho real.
“O governo fez uma maquiagem. Ele comparou números e valores normais em um intervalo de cinco anos. Pegou, por exemplo, um salário de julho de 2012 e projetou o aumento para 2015 como se em cinco anos não houvesse correção inflacionária no meio”, criticou.
Além dos docentes das universidades federais, também estão em greve os professores dos institutos federais de educação profissional. Em nota, o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) avaliou que a proposta apresentada pelo governo é uma “farsa” e criticou o fato de que o reajuste proposto não atinge toda a categoria e será pago de forma parcelada até 2015.
A Andes avalia que o movimento de negociação foi “recém-iniciado” com a apresentação da proposta e a paralisação deve continuar. Uma nova reunião entre o comando de greve e o governo está marcada para a próxima segunda-feira (23), quando serão apresentados ao Ministério do Planejamento o resultado das assembleias.
“A orientação do comando nacional de greve é que os comandos locais discutam a proposta, formulem os seus entendimentos e nos mandem o mais tardar até a próxima sexta-feira (20). O comando nacional trabalha os resultados das assembleias locais para que apresentemos uma posição da nossa base no dia 23”, explicou Neli Edith dos Santos, integrante da Andes.
No Rio de Janeiro, por exemplo, estão em greve a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), além da Escola Técnica Federal Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) e as unidades do Colégio Pedro II.
Além das assembleias, os professores universitários estariam se mobilizando para fazer um ato em Brasília na próxima quarta-feira (18). Professores do Cefet-RJ e da UFF marcaram reuniões para o dia 17. Na UniRio, UFRRJ e UFRJ, as assembleias serão no dia 19.
Para a professora da UFRRJ e membro do movimento grevista, Gabriela Garcia, a tendência é pelo repúdio à proposta do governo. “A nossa greve não é por uma questão puramente salarial. Nós estamos pedindo carreira, e eles não estão discutindo isso, eles estão acenando para a gente com um reajuste parcelado que a longo prazo vai significar redução salarial para gente”, disse a docente.
Segundo o professor do Cefet-RJ e membro do comando de greve da instituição, Alberto de Lima, os professores devem  recusar a proposta do governo e manter a greve, iniciada em 31 de maio.

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